terça-feira, 2 de março de 2010

Exercícios Pastel seco

Aplicação Pastel seco



Módulos de Procedimento Técnico-Pastel seco

Exercícios Têmpera Ovo

Módulos de procedimento Técnico-Têmpera Ovo


Aplicações-Têmpera Ovo


Exercício Têmpera alho

Módulos de Procedimento Técnico- Têmpera alho




Aplicação-Têmpera alho



Exercícios de "Cor e laboratorio de tintas"

Veladuras






Contraste

Exercícios Percepção e Composição

Disco de Cores



Exercício com massas






Positivo/Negativo



Módulos para trama

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

terça-feira, 16 de junho de 2009



Arte: ampliando horizontes e formando cidadãos

"De uma maneira ou de outra, as crianças se deparam com a necessidade de apreensão de significados e códigos desde o início das suas vidas, algo que também se traduz (por que não?) no contato destas com as mais variadas formas de arte. Esta necessidade de apreensão se torna ainda mais urgente quando há o ingresso na escola. Assim, se o processo se intensifica quando as crianças aprendem, entre outras coisas, a ler, a escrever, a adicionar e a subtrair – e se o escritor se comunica com palavras e o matemático com números –, o interesse infantil também se abre na escola ainda mais para as estruturas visuais da arte, estruturas criadas com a intenção da comunicação de significados sobre a maneira pessoal do artista de encontrar sentido no mundo que o rodeia.
Ainda sobre a necessidade – e, melhor dizendo, a capacidade – que as crianças têm de apreender o mundo, de reparar nos mínimos detalhes e de olhar com atenção, devemos dizer que ela é infinita, algo que constatamos durante a nossa trajetória no ensino das artes. Em todo contato nosso – e de obras de arte por nós propostas – com crianças, estas nos chamaram a atenção para as cores, as formas e as estruturas visuais que constituem um quadro, por exemplo. Não pudemos deixar de concluir, então, que as interpretações dos pequenos das imagens e os trabalhos artísticos que vieram a desenvolver em cima destas interpretações refletiam um repertório imagético e cultural consideravelmente amplo.
Partindo do pressuposto (mais do que aceito e comprovado) de que a arte é algo “universal”, podemos concluir que o desenvolvimento da sensibilidade, da criatividade, dos horizontes cognitivos e da compreensão da criança do seu patrimônio cultural – processo de suma importância para a sua formação enquanto sujeito social – ocorre por causa do desmoronamento das barreiras lingüísticas, culturais e religiosas que acontece no contato com as obras de arte. Em outras palavras, mesmo que não saibamos nada a respeito da vida de pessoas que viveram em tempos e lugares distantes, as obras de arte que estas pessoas criaram possuem o poder de, de uma maneira ou de outra, nos encantar no presente com suas soluções pictóricas. Deste “encantamento” surge o interesse nos significados das obras e, a partir dos significados, começamos a penetrar nos universos pessoais, sociais, políticos e culturais dos criadores... Ora, o que poderia melhor derrubar barreiras e preconceitos a respeito de qualquer assunto se não o conhecimento e o interesse por este assunto?
Vejamos agora, passo por passo, como ocorre o desenvolvimento da capacidade das crianças de criar e “recriar” no contato destas com as artes – contato facilitado pela Arte Educação. Num primeiro contato com uma obra de arte, os alunos ficam geralmente interessados em saber “por que” o artista criou sua obra. O olhar que interroga o objeto observado se desenvolve atentamente e é seguido pela curiosidade em saber o que teria inspirado o artista, que contexto cultural influenciou suas escolhas e em que momento da História a obra foi criada.
Uma vez identificado o tema, ou seja, o que se encontra representado na obra, os alunos procuram saber a respeito dos processos, do planejamento da composição e da sua elaboração, pensadas para que o quadro tenha uma determinada aparência: o “como” do fazer artístico. Ao mesmo tempo, surge o interesse em saber o que teria influenciado o artista, porque ele pintou de determinada maneira e qual seria o significado da obra em questão.
Pescadores(Di Cavalcanti – 1951)
Pescadores da Baixada(Mauricio de Sousa Produções – 2001)
Dito isto, podemos reafirmar que o contato do aluno com as obras de arte através de reproduções em livros, cópias em xerox, transparências ou slides projetados durante a aula, exposições e projetos como o “História em Quadrões”, além de propiciar o conhecimento de obras que tiveram um impacto marcante sobre a nossa identidade cultural, possibilita e facilita uma reflexão sobre o próprio fazer artístico. Assim, no projeto “História em Quadrões”, por exemplo, ao utilizar reproduções de quadros de grandes mestres e suas releituras pelo “mais do que pop” Mauricio de Sousa, o professor estará facilitando o contato, a análise e a valorização de marcos da História da Arte pelos alunos e, ao mesmo tempo, estará incentivando a elaboração de novas interpretações tanto das obras abordadas quanto de outras.
Ora, se através do “olhar”, do “ver”, do “adaptar”, do “transformar” e do “criar” a criança estará compreendendo e apreciando os métodos que o artista pode escolher para organizar as linhas, as formas e as cores presentes em seu quadro, sua própria criatividade, poder de observação e organização estética é que sairão ganhando.
Quanto à metodologia para a abordagem das obras de arte pelos educadores, vejamos quais são os elementos mais essenciais a serem explorados:
os elementos estruturais da linguagem plástica: cor, linha, forma, ritmo, volume, etc;
as relações históricas e sociais da época em questão;
as formas de representação: desenho, pintura, aquarela, mosaico, instalações e outros, em suma, os diferentes suportes e os meios com que são realizadas as obras.
Vejamos agora, como exemplo, como será despertado o interesse infantil não apenas nas artes, mas também nos “universos” de onde estas nasceram no projeto “História em Quadrões”, parceria da Folha de S. Paulo, da Mauricio de Sousa Produções e da Associação Artensino para estudantes do Ensino Fundamental, envolvendo releituras de grandes obras realizadas, em primeira instância, por Mauricio de Sousa e, finalmente, pelos próprios estudantes.
No projeto temos, em tela e tinta, releituras tanto de Botticelli e Rodin quanto de Van Gogh, Gauguin, Anita Malfatti, Portinari... Releituras que não deixam de levar em conta, além dos temas das obras-primas, as técnicas, as cores e as composições utilizadas pelos mestres em suas criações. A iniciativa busca “cruzar” dois universos: aquele visto por muitos como “carrancudo”, “tradicionalista” e “complexo” das artes plásticas e um universo a que praticamente todos aqueles que foram crianças no Brasil a partir dos anos 60 tiveram acesso e, mais do que isto, passaram a amar: o da Turma da Mônica. Deste cruzamento decorre o desmoronamento de qualquer preconceito que se possa ter, sendo criança ou adulto, em relação às artes e ao que estas representam. Ora, afinal de contas, como podemos não nos interessar por um artista que foi “reinterpretado” com a Mônica fazendo parte da releitura e nos apontando indiretamente para o original? Como alguém pode tachar de “dura” e “empostada” a representação de David da coroação de Napoleão como Imperador da França se, ao lado da obra do francês, temos uma releitura de Mauricio com Cascão sendo coroado? Como não ter interesse na “Mona Lisa” de Da Vinci se, ao lado da obra-prima, vemos, com composição e cores análogas, a “Mônica Lisa”?
Não podemos nos esquecer de que cada professor deve desenvolver a sua metodologia didática conforme a sua experiência e o universo social e cultural da classe em que atua, de maneira que a programação dos trabalhos artísticos desenvolvidos pelos alunos possa ser enriquecida com elementos inerentes aos seus próprios universos.
Enfim, depois de refletirmos a respeito de tudo o que foi dito acima, podemos ou não afirmar que o ensino da História da Arte nas escolas é de suma importância como princípio integrador de todas as disciplinas do currículo, sendo uma das principais conexões para viabilizar a interdisciplinaridade e transversalidade?"

Prof.ª Maria Gabriela Mielzynska éMestre em Semiótica pela PUC-SP.






segunda-feira, 15 de junho de 2009

A aprendizagem artística


"A aprendizagem artística trabalhada em sala de aula
tem como função desenvolver no aluno a competência
para criar, interpretar e refletir sobre a arte."
P A L A V R A
EDUARDO SANTALIESTRA

Rosa Iavelberg: “O ensino de arte requer um professor orientador, que incentiva a produção, o envolvimento e a constância do aluno”.

O ensino da arte


"A educação em arte ganha crescente importância quando se pensa na formação necessária para uma adequada inserção social, cultural e profissional do jovem contemporâneo. Ela imprime sua marca ao demandar um sujeito da aprendizagem criador, propositor, reflexivo e inovador. Se hoje o aluno deve ser formado para enfrentar situações incertas e para resistir às imposições de velocidade e de fragmentação que caracterizam a contemporaneidade, a arte pode colaborar e muito.
Na construção da identidade artística das crianças e dos jovens que freqüentam as escolas, os professores têm um papel significativo. Sua colaboração é ainda maior quando sabem respeitar os modos de aprendizagem e dedicar o tempo necessário a fornecer orientações e conteúdos adequados para a formação em arte, que inclui tanto saberes universais como aqueles que se relacionam ao cotidiano do aluno.
É o professor quem promove o fazer artístico, a leitura dos objetos estéticos e a reflexão sobre a arte, de modo que o aluno possa se desenvolver como um sujeito governado por si próprio ao mesmo tempo em que interage com os símbolos da cultura. Além de debater os conteúdos específicos da área, o professor deve estar atento para o temperamento de cada aluno, observando suas ações e individualidade. Ou seja, na formação em arte o plano da subjetividade
dialoga permanentemente com as informações e orientações oferecidas pelo professor.
Acolher e exigir são os pólos da oscilação pendular, que representa os movimentos do professor
nas orientações didáticas em arte. Dessa forma, são criadas as condições para que o aluno sinta-se bem ao manifestar seus pontos de vista e mostrar suas criações artísticas na sala de aula, além de favorecer a construção de uma imagem positiva de si mesmo como conhecedor e produtor em arte.
Assim, fazem parte do conjunto de ações desenvolvidas pelo professor nessa área: orientar os processos de criação artística oferecendo suporte técnico, acompanhando o aluno no enfrenta-mento dos obstáculos inerentes à criação, ajudando-o na resolução de problemas com dicas e perguntas e fazendo-o acreditar em si mesmo; propor exercícios que aprimoram a criação, informando-o sobre a História da Arte; promover a leitura, a reflexão e a construção de idéias sobre arte e ainda documentar os trabalhos e textos produzidos para análise e reflexão conjunta na sala de aula.
Cada imagem, cada gesto, cada som que emerge nas formas artísticas criadas em sala de aula têm grande importância, uma vez que se referem ao universo simbólico do aluno. Portanto, exigem a atuação precisa do professor, o planejamento do tempo, a organização do espaço e a
atenção aos processos de comunicação, tanto entre professor e aluno como entre os colegas de classe.
Uma aprendizagem artística assim percorrida deixará marcas positivas na memória do aprendiz, um sentimento de competência para criar, interpretar objetos artísticos e refletir sobre arte sabendo situar as produções. Além disso, o aluno aprende a lidar com situações novas, inusitadas e incorpora competências e habilidades para expor publicamente suas produções e idéias com autonomia.
Isso não significa que arte promova a auto-estima num passe de mágica, pela simples afirmativa
de que tudo o que o aluno faz e pensa em arte é ótimo. Cada um se sentirá confiante em relação a sua arte à medida que aprender efetivamente, atendendo aos três eixos de aprendizagem significativa: fazer, interpretar e refletir sobre arte, sabendo contextualizá-la como produção social e histórica.
Dominar os processos de criação em arte, construindo um percurso cultivado, ou seja, informado
pela cultura requer um professor orientador, que incentiva a produção, ensina os caminhos da criação e solicita do aluno envolvimento e constância. O apoio do professor, por sua vez, é alimentado pela sua atualização permanente, necessária para se ter familiaridade
com o universo procedimental da arte".
EDUARDO SANTALIESTRA
"Cada imagem, cada gesto,
cada som que emerge nas
formas artísticas criadas
em sala de aula têm
grande importância, uma
vez que se referem ao
universo simbólico
do aluno."

"Também as leituras de objetos artísticos, outra competência que promove a imagem positiva do aprendiz, devem ter papel destacado na sala de aula, porque além de cumprirem o papel de
formação cultural, conectam a aprendizagem escolar ao patrimônio cultural.
A instância de formação escolar integrada à produção social da arte é um aprendizado para a participação do jovem na sociedade. Ao atribuir e extrair significados das produções de críticos, historiadores da arte, jornalistas, artistas, filósofos, com a mediação do professor, os jovens compreendem e se situam no mundo como agentes transformadores.
Nesse percurso de construção de saberes,cada aluno fará escolhas com liberdade ediscernimento, o que caracteriza os processos de criação em arte e de aprendizagem autoral. Será, sim, influenciado pelas culturas, mas contará com traços propositivos e transformadores, próprios dos modos de continuar aprendendo sempre e por si, dentro e fora da escola, renovando-se em contato a diversidade de manifestações artísticas que revelam o movimento contínuo da
arte e do conhecimento.
A vida cultural pode (e deve) transitar pela escola.
A visita a feiras e ateliês, mostras da cidade, apresentações de dança, teatro e música tem o objetivo de estabelecer a comunicação permanente entre o que se estuda e a cultura em produção, além dos estudos referentes à História da Arte.
Um aluno preparado para o futuro é aquele que acompanha seu tempo, ancorado em uma sólida formação. Nesse aspecto, a arte é, sem dúvida, uma base imprescindível por incluir as
formas simbólicas que dizem respeito à humanização de todos os tempos e lugares. "

Eduardo Santalierstra

domingo, 19 de abril de 2009


Incrível é a luz do amanhecer...limpa,leve,fresca,ilumina a tudo gerando sombras leves, claras.
A luz da tarde é mais forte,brilhante,ofuscando os olhos,observo sombras mais densas como se o contraste fosse maior.
No fim da tarde a luz volta a perder intensidade mas não é leve como o amanhecer,traz consigo o "peso" da escuridão que está logo por vir,as sombras são menos nítidas e mais misturadas àquela falta de luz.Mas ainda sim enchem o céu de um colorido único.
À noite no sítio,longe da cidade e sua infinidade de luzes,pude observar a luz do luar,luz linda que deixa o rio prateado e me enche de nostalgia...

Video sobre perspectiva 2

Video sobre perspectiva

Desenho feito de cabeça para baixo




Desenho utilizando formas orgânicas e geométricas


Um desenho somente com formas orgânicas

domingo, 12 de abril de 2009

Vídeo sobre a Luz na História da Arte

Vídeo sobre Iluminação dramática

Vídeo sobre Luz

Desenhos valorizando o gesto

Desenhar cinco objetos caseiros rapidamente,sem muita elaboração valorizando o gesto no desenho
Tempo médio para cada desenho: 5 min















Desenho com luz e sombra


Estrutura

Estrutura ativa



Estrutura invisível Estrutura visível




Repetição

Um desenho com formas geométricas

Um desenho utilizando a idéia de dispersão

Um desenho utilizando a idéia de concentração



Matéria e Forma

Uma composição usando a três formas geométricas
Uma composição usando apenas triângulos
Uma composição usando somete círculos


Uma composição usando sommente quadrados